x

You are using an outdated browser. Please upgrade your browser to improve your ReverbNation experience.

itSELF - Brazilian Death Metal / Press

"…These guys draw influence from just about everything creating a very technical blend of metal with even tinges of hardcore in the vocals …The production is absolutely pristine with a fantastic blend of all instruments. I have to say every song on this is a cruncher with tons of technical parts and breakdowns to keep every type of listener interested. Theres hints of Cryptopsy, Death (latter day), Massacre and Suffocation all in the mix but there's an even wider scope taking influence from just about every sub genre out there. "Make My Suffer Short" is perhaps a gem of an album that the rest of the world needs to hear... "Make My Suffer Short" is an attack on the senses, look out for these guys because I believe we could be seeing alot more of these guys..."

“O trupa sud-americana trebuie permanent urmarita cu atentie, mai ales daca vine din zona metalului brutal, America latina oferind de-a lungul anilor o serie de bijuterii underground, demne de luat in calcul. Este si cazul tanarului duet brazilian Itself, aflat la primul album. Formatia si-a definit din start o directie foarte clara: old school thrash metal, cu usoare influente technical death metal si metalcore, un deliciu pentru prietenii lui Chuck Schuldiner sau ai unor trupe precum Voivod, Cryptopsy si Dying Fetus. Un start excelent pentru o trupa putin cunoscuta, cu o interpretare corecta, o inregistrare de buna calitate si o prezentare pe masura, in ciuda lipsei unei case de discuri care sa-i sprijine. O dovada in plus ca nu totul se reduce la Sepultura, in paradisul amazonian... Desi nu reuseste sa ne lase fara cuvinte de la primul album, "Make My Suffer Short" este un album bine inchegat, curat inregistrat si plin de energie. 45 de minute de suferinta thrash metal originala.”

"Tensão" talvez seja o sentimento que melhor defina as onze faixas de "Make My Suffer Short"... Criatividade neste debut é o que está sobrando, começando pela introdução perturbadora denominada "Delirium". Cheia de elementos ocultos que confundem o ouvinte, a faixa intro traz a tensão necessária para a canção seguinte: "Ultraviolence", que faz jus ao nome. Com harmônicos e quebradas, o álbum se desenvolve numa diretriz que supera as expectativas do que seria uma pegada óbvia, lembrando um pouco o legado deixado por Chuck Schuldiner. "I can't stop" é uma canção que emociona. Seus riffs pegam pela garganta os fãs de qualquer trabalho extremo... Este é "Make My Suffer Short", álbum merecedor da atenção dos fãs Death e Thrash, marcando assim a nova safra do Metal Nacional, que a cada dia cresce mais e fortalece a referência brasileira para o restante do mundo.

Cultura em peso - SCORE: 10/10 - Review of the album "Make my suffer short"

"The music itself reminds of early Neuraxis ("Truth Beyond") with hardcore vocals similar to original Textures singer Pieter Verpaalen. The bass guitar features prominently in the mix and feels similar to luminaries such as Roger Patterson (Atheist) and Steve DiGorgio (Autopsy, Death, Sadus). The execution is tight, the instrumental skill is jaw-dropping..." "...instrumentally "Make My Suffer Short" is absolute cream of the crop... is one of the better cutting edge but traditional sounding death metal record of the last few years. Definitely something to keep an eye upon."

“Não foi preciso mais que duas cabeças (e 4 maõs!) para confeccionar “Make My Suffer Short”, álbum de estreia do itSELF. O duo que conta com Ricardo Falcon (guitarra/baixo) e Estevan Furlan (bateria/voz) superou as adversidades de manter uma banda convencional com 4, 5 elementos e tomou as rédeas. Gravaram 11 faixas, mandaram mixar no Hertz Studio na Polônia com os irmãos Wieslawski (Vader, Decapitated, Hate) e pronto. O trabalho árduo rende frutos, dado que o registro apresenta um Death Metal técnico e brutal com boa qualidade, tanto de composição como de produção. Enquanto Ricardo debita riffs metálicos para todos os lados, Estevan destrói o kit com precisão. O baixo é uma caso a parte, pois cria um diferencial. Tem slaps ocasionais e não é usado simplesmente para “engordar” os riffs. Em linhas gerais, a técnica e a violência são os pontos fortes... O álbum tem tudo que um bom álbum de Death Metal pode ter. Brutalidade, destreza”